sexta-feira, 3 de maio de 2013

Réus recorrem para reduzir pena, republicar acórdão e mudar relator

 

Todos os 25 condenados no julgamento do mensalão apresentaram recurso.
Réus querem evitar que Joaquim Barbosa seja o relator dos recursos..
Os principais pedidos dos recursos apresentados nestas quarta (1) e quinta (2) pelos 25 condenados no processo do mensalão são um novo relator para análise dos embargos (tipos de recursos contra condenações), redução de penas definidas pelo plenário e a republicação do acórdão, documento que detalha as decisões do julgamento – veja na tabela abaixo o argumento da defesa de cada réu.
Cinco condenados pediram que Joaquim Barbosa deixe de ser relator – o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, o delator do esquema, Roberto Jefferson, o ex-sócio de Marcos Valério Ramon Hollerbach, o ex-dirigente do Banco Rural José Roberto Salgado e o deputado federal Pedro Henry.
Os defensores afirmam que, como Joaquim Barbosa assumiu a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), deve deixar a relatoria. O ministro Ricardo Lewandowski disse na noite desta quinta que a decisão sobre uma eventual mudança de relator deverá ser tomada pelo plenário.
Quase todos os réus pedem penas menores e questionam o acórdão em razão de dois ministros – Celso de Mello e Luiz Fux – terem retirado do texto mais de 1,3 mil falas proferidas durante o julgamento.
Todos os 35 réus - inclusive os absolvidos, que poderiam questionar partes do texto do acordão, tiveram dez dias para recorrer, desde a publicação do acórdão, em 23 de abril.
Após quatro meses e meio, em 53 sessões, o STF concluiu no dia 17 de dezembro de 2012 o julgamento do processo.
O tribunal concluiu que existiu um esquema de compra de votos no Congresso durante os primeiros anos do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os ministros do STF viram desvio de dinheiro público, de contratos da Câmara dos Deputados e do Banco do Brasil, para abastecer o esquema criminoso.
Veja abaixo a lista dos condenados e os recursos que cada um apresentou considerando a ordem da denúncia apresentada pela Procuradoria Geral da República.


   
Condenado Crimes pelos quais foi condenado Pena fixada Argumentos apresehtados pelos advogados nos recursos
José Dirceu formação de quadrilha e corrupção ativa 10 anos e 10 meses Defesa pede novo relator para o embargo e requer penas menores. Leia mais.
José Genoino formação de quadrilha e corrupção ativa 6 anos e 11 meses Afirma que a fixação das penas beirou o "caos" e pede redução da pena e anulação do acórdão. Leia mais.
Delúbio Soares formação de quadrilha e corrupção ativa
8 anos e 11 meses Quer ser julgado pela primeira instância ou, caso isso seja negado, que a pena seja reduzida. Leia mais.
Marcos Valério formação de quadrilha, corrupção ativa, peculato, lavagem de dinheiro e evasão de divisas 40 anos, 4 meses e 6 dias Pede novo julgamentou ou redução das penas impostas pelo Supremo. Leia mais.
Ramon Hollerbach formação de quadrilha, corrupção ativa, peculato, lavagem de dinheiro e evasão de divisas 29 anos, 7 meses e 20 dias Requer absolvição por falta de provas e pede que novo relator analise o embargo. Leia mais.
Cristiano Paz formação de quadrilha, corrupção ativa, peculato e lavagem de dinheiro 25 anos, 11 meses e 20 dias de prisão Pede anulação do acórdão, absolvição devido à obscuridades do acórdão e diminuição da pena. Leia mais.
Rogério Tolentino corrupção ativa e lavagem de dinheiro 6 anos e 2 meses Quer redução de pena do crime de corrupção ativa. Leia mais.
Simone Vasconcelos formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e evasão de divisas 12 anos, 7 meses e 20 dias Pede publicação de novo acórdão e redução da pena em razão de colaboração no processo. Leia mais.
Kátia Rabello formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta e evasão de divisas 16 anos e 8 meses Requer redução da pena e questiona retirada de falas do acórdão. Leia mais.
José Roberto Salgado formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta e evasão de divisas 16 anos e 8 meses Defesa quer novo julgamento na primeira instância, pede mudança de relator para o embargo, diminuição da pena e absolvição em gestão fraudulenta. Leia mais.
Vinícius Samarane lavagem de dinheiro e gestão fraudulenta 8 anos e 9 meses Pede redução de pena por considerar que houve "excesso" por parte do Supremo. Leia mais.
João Paulo Cunha corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro 9 anos e 4 meses Quer que o STF rediscuta a questão sobre perda de mandatos e pede redução da pena. Leia mais.
Henrique Pizzolato formação de quadrilha, peculato e lavagem de dinheiro 12 anos e 7 mesesG1 não teve acesso ao teor do embargo e não conseguiu contato com advogado.
Pedro Corrêa corrupção passiva e lavagem de dinheiro 7 anos e 2 meses Pede redução da pena e que seja declarado nulo o acórdão. Leia mais.
Pedro Henry corrupção passiva e lavagem de dinheiro 7 anos e 2 meses Defesa requer republicação do acórdão e novo relator para o embargo. Leia mais.
João Cláudio Genú lavagem de dinheiro 5 anosG1 não teve acesso ao teor do embargo e não conseguiu contato com advogado.
Enivaldo Quadrado lavagem de dinheiro 3 anos e 6 mesesG1 não teve acesso ao teor do embargo e não conseguiu contato com advogado.
Breno Fischberg lavagem de dinheiro 5 anos e 10 meses.G1 não teve acesso ao teor do embargo e não conseguiu contato com advogado.
Valdemar Costa Neto corrupção passiva e lavagem de dinheiro 7 anos e 10 meses Quer absolvição porque era credor do PT. Leia mais.
Jacinto Lamas lavagem de dinheiro 5 anos Pede absolvição por falta de provas. Leia mais.
Bispo Rodrigues corrupção passiva e lavagem de dinheiro 6 anos e 3 meses Quer que Supremo reveja condenação. Leia mais.
Roberto Jefferson lavagem de dinheiro e corrupção passiva 7 anos e 14 dias Pede novo relator para o embargo. Leia mais.
Emerson Palmieri lavagem de dinheiro restrição de direitosG1 não teve acesso ao teor do embargo e não conseguiu contato com advogado.
Romeu Queiroz corrupção passiva e lavagem de dinheiro 6 anos e 6 meses Pede redução de pena e republicação de trechos do acórdão. Leia mais.
José Borba corrupção passiva restrição de direitosG1 não teve acesso ao teor do embargo e não conseguiu contato com advogado

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Aposentadoria em Brasilia

BRASÍLIA - O Senado irá pagar salário vitalício de R$ 20,9 mil mensais à governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), aposentada nesta quinta-feira como servidora da Casa. Roseana passou a integrar os quadros do Senado em um chamado “trem da alegria” - sem ter prestado serviço público -, que durou de 1974 a 1985. Somente em maio de 1986 veio a público a medida que efetivou a filha do então presidente da República, José Sarney (PMDB-AP).
O ato foi publicado nesta quinta-feira no boletim oficial da Casa, assinado pela diretora-geral do Senado, Doris Marize Romariz Peixoto. Doris foi efetivada no Senado pelo mesmo ato que incluiu Roseana no quadro de servidores do Senado.
Os registros indicam que a governadora trabalhou como servidora entre 1982 e 1985, quando o pai era senador. Após esse período, Roseana se licenciou do Senado para acompanhar José Sarney na Presidência da República (1985 a 1990) e iniciar uma carreira política.
Roseana irá acumular a aposentadoria com o salário de R$ 15.409,95 a que tem direito como governadora do Maranhão. O Senado não informou se Roseana também solicitou aposentadoria como senadora. No total, 68 ex-senadores recebem o benefício.
Por meio de nota, Roseana afirma que passou a ser servidora do Senado em 1974, “depois de ingressar por meio de um processo seletivo”, apesar de não ter prestado concurso público. “A aposentadoria ocorre 38 anos depois”, diz o texto. Ainda de acordo com a nota, Roseana irá “devolver aos cofres públicos” o valor que ultrapassar o teto de R$ 28 mil estabelecido para o servidor público, já que, além da aposentadoria de R$ 20,9 mil, a governadora ainda recebe o salário do estado do Maranhão de R$ 15,4 mil.
Sarney brigou na Justiça para continuar recebendo salários dos cofres públicos acima do teto constitucional. De acordo com o Ministério Público, ele recebe duas aposentadorias, uma como ex-governador do Maranhão e outra como servidor do Tribunal de Justiça do estado, além do salário de senador em Brasília. Em 2007, as duas aposentadorias de Sarney somavam R$ 35,5 mil. Com o salário de senador na faixa dos R$ R$ 26 mil, a remuneração de Sarney seria de cerca de R$ 62 mil.
Houve abertura de inquérito para investigar o governo do Maranhão e o senador Sarney sobre o caso. O MP relatou que ambos se negaram a informar detalhadamente os valores recebidos a título de pensão, mas admitiram o recebimento dos pagamentos.
Atualmente, o Senado gasta, por mês, cerca de R$ 100 milhões com o pagamento a servidores aposentados e pensionistas.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

PREÇO DA GASOLINA NA VENEZUELA

Gasolina é mais barata que água na Venezuela

País tem a maior reserva de petróleo da América Latina.
Litro do combustível custa 9 centavos de real; 1,5 litro de água mineral sai por 2 reais.
Pablo López GuelliEnviado do G1 a Caracas
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Se os brasileiros já são apaixonados por carros mesmo pagando R$ 2,50 pelo litro da gasolina, imagine se o preço fosse de apenas 9 centavos? Pois essa é a realidade dos vizinhos da Venezuela, que pagam bem menos pelo combustível do que por uma garrafa de água potável.

Foto: Pablo López Guelli
G1
Litro da gasolina custa 97 bolivares, que correspondem a R$ 0,09 (Foto: Pablo Guelli/G1)
Acredite: encher com gasolina o tanque de um carro de família (com capacidade para 50 litros) num posto de Caracas custa R$ 5. Já uma garrafa de água de 1,5 litro no bar mais próximo não sai por menos de R$ 2.

Leia também:
Chávez decreta nacionalização de petroleiras.

Dono de uma das maiores reservas de petróleo do mundo e um dos principais fornecedores dos Estados Unidos, o país de Hugo Chávez tem sua economia regida há muitos anos pelo vai-e-vem do preço dos barris no mercado internacional. Quando o valor do "ouro negro" sobe, como agora, o governo tem dinheiro de sobra para investir em infra-estrutura e programas sociais.

Mas o petróleo barato influencia principalmente a microeconomia, aquela do dia-a-dia dos venezuelanos. E a diferença está nas ruas. Quase não se vê carros de mil cilindradas, mais econômicos, nas ruas de Caracas.


A população prefere carrões ao estilo norte-americano, que fazem em média de 5 a 7 quilômetros com um litro de gasolina -contra uma média de 10 quilômetros por litro dos carros mil cilindradas, um sucesso de vendas no Brasil.

Foto: Pablo López Guelli
G1
População prefere os carrões (Foto: Pablo Guelli/G1)
Henrique sanchez, de 30 anos, que trabalha em uma produtora de vídeos na capital venezuelana, conta que nenhum de seus amigos tem carro econômico. "São todos carrões, com motor grande e tudo. Para que comprar um carro mil se a economia seria irrisória?", pergunta.

O preço baixo na Venezuela contrasta com o dos países vizinhos. "Quando vamos viajar pela América Latina, é comum levarmos galões de gasolina em tanques reservas, porque o gasto que se tem com o combustível nos outros países é absurdo", diz Sanchez. Para mim é assombroso que um litro de gasolina possa custar mais de 1 dólar. A sensação é que é dinheiro jogado fora, queimado", completa.

Como o dinheiro para o combustível não pesa no orçamento doméstico, o venezuelano usa o carro para tudo -mesmo que seja para se deslocar apenas por algumas quadras.

A capital dessa Arábia Saudita sul-americana tem um trânsito digno das caóticas cidades asiáticas subdesenvolvidas. A hora do rush em Caracas é um inferno até para o mais destemido paulistano, já acostumado a driblar congestionamentos intermináveis, buracos e enchentes.

Para escapar do trânsito, os venezuelanos aderiram às moto-táxis, um mercado que cresce na mesma proporção da carência de um transporte coletivo de qualidade. Se
você se lembrou de São Paulo ou Rio de Janeiro talvez não seja mera coincidência, mas sim outro ponto em comum entre as capitais sul-americanas, além da violência.

A frota de veículos no país de Chávez está muito longe da brasileira. Estatísticas internacionais apontam que a Venezuela tem 2,2 milhões de carros, ocupando o 39º lugar no ranking mundial. Já o Brasil tem 21,1 milhões, e é o sétimo no mesmo ranking.

Fazendo as contas, o Brasil tem um carro para cada grupo de 8,5 habitantes. Já a Venezuela tem 11,8 habitantes por carro -mas numa área bem menor.

Raízes do petróleo
Falar com um venezuelano sobre o assunto é a melhor maneira de entender como essa cultura da gasolina barata está enraizada no país.

Foto: Pablo López Guelli
G1
Posto de gasolina cheio (Foto: Pablo Guelli/G1)
Puxei papo com o taxista José Verde, que trabalha no centro de Caracas há mais de 40 anos. E lembrei de recente discurso de Chávez no qual ele acenou com a possibilidade de aumentar o preço nas bombas dos postos de combustível.

Questionado se achava justo um aumento do preço do produto, ele respondeu de imediato: "Não tem por que aumentar. Aqui tem muito petróleo. Qual é a justificativa?", perguntou, indignado.

Sem entrar em detalhes, disse, como forma de consolo, que no Brasil o litro da gasolina é quase 30 vezes maior.

José Verde levantou as sobrancelhas e me olhou pelo retrovisor durante alguns segundos. "Que barbaridade", resmungou.

Para tentar entender essa relação dos venezuelanos com o petróleo entrevistei o professor de economia da Universidade Central de Caracas, Luis Lander, autor de um livro sobre a história do petróleo no país.

"É parte da cultura popular achar que o Estado é muito rico por causa do petróleo e que, por isso, esse Estado deve resolver todos os problemas dos venezuelanos. A população sente que o petróleo é dela, é um sentimento muito arraigado", explica Lander.

Hoje, a Venezuela é o maior produtor de petróleo da América Latina e o quinto do mundo. É um dos principais fornecedores dos Estados Unidos de George W. Bush, apesar das desavenças políticas entre ele e Chávez e da troca de insultos e acusações.

Por um lado, a Venezuela está aproveitando a alta do produto no mercado internacional e lucrando bilhões de dólares com as exportações. É esse dinheiro que possibilitou a Chávez intensificar seus programas sociais que deram impulso à sua campanha eleitoral de 2006.

Foto: Pablo López Guelli
G1
Preço baixo da gasolina incentiva população a comprar carros potentes (Foto: Pablo Guelli/G1)
Por outro lado, o país criou uma dependência do "ouro negro", responsável por 80% das exportações do pais - cerca de 20% do PIB (Produto Interno Bruto).

Para quem vem de fora, a impressão é que a gasolina é como um serviço público quase gratuito na Venezuela. "Seria melhor dar de graça de uma vez", disse recentemente o próprio Chávez, que, segundo a imprensa local, prepara um reajuste nos preços já para as próximas semanas.

Chávez sabe que está mexendo em um vespeiro. A decisão de aumentar o preço do combustível sempre provocou reações fortes por parte da população e já precipitou a queda de mais de um presidente. O exemplo mais fresco na memória dos venezuelanos aconteceu há exatamente 18 anos, no dia 27 de fevereiro de 1989, data que ficou conhecida como o "Caracazo".

Naquela ocasião, o governo do então presidente Carlos Andrés Perez anunciou uma série de medidas anti-populares para conter a crise econômica pela qual passava o país. Dentre elas havia uma que ele sabia ser a mais preocupante, mas também a mais necessária: aumentar o preço da gasolina.

Como resultado, milhares de pessoas saíram as ruas para protestar. Depois de cinco dias os conflitos cessaram, mas a crise sócio-econômica que resultou do Caracazo se arrastaria por toda a década seguinte. Segundo números extra-oficiais, entre 1.000 e 1.500 pessoas morreram durante os confrontos.

Fonte:http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL7672-5602-480,00.html

LEIA E SE INFORME

Ou trabalha no comércio local ou recebe ajuda de Programas do governo.

Não existe indústria de qualquer tipo.



MORAR EM RORAIMA - LEIA E PASME !!!!
Segue abaixo o relato de uma pessoa que passou recentemente em um concurso público federal e foi trabalhar em Roraima. Trata- se de um Brasil que a gente não conhece...
As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer um Brasil um pouco diferente, mas chegando em Boa Vista (RR) não pude resistir a fazer um relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui.

Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde engenheiros até pessoas com um mínimo de instrução.

Para começar, o mais difícil de encontrar por aqui é roraimense. Para falar a verdade, acho que a proporção de um roraimense para cada 10 pessoas é bem razoável, tem gaúcho, carioca, cearense, amazonense, piauiense, maranhense e por aí vai. Portanto, falta uma identidade com a terra.

Aqui não existem muitos meios de sobrevivência, ou a pessoa é funcionária pública, (e aqui quase todo mundo é, pois em Boa Vista se
concentram todos os órgãos federais e estaduais de Roraima, além daprefeitura é claro) ou a pess
de 70% do território roraimense é demarcado como reserva indígena, portanto restam apenas 30%, descontando-se os rios e as terras improdutivas que são muitas, para se cultivar a terra ou para a localização das próprias cidades.

Na única rodovia que existe em direção ao Brasil (liga Boa Vista a
Manaus, cerca de 800 km ) existe um trecho de aproximadamente 200 km reserva indígena (Waimiri Atroari) por onde você só passa entre 6:00 da manhã e 6:00 da tarde, nas outras 12 horas a rodovia é fechada pelos índios (com autorização da FUNAI e dos americanos) para que os mesmos não sejam incomodados...
>>
Detalhe: Você não passa se for brasileiro, o acesso é livre aos
americanos, europeus e japoneses. Desses 70% de território indígena, diria que em 90% dele ninguém entra sem uma grande burocracia e autorização da FUNAI.

Outro detalhe: americanos entram à hora que quiserem. Se você não tem uma autorização da FUNAI mas tem dos americanos então você pode entrar. A maioria dos índios fala a língua nativa além do inglês ou francês, mas a maioria não sabe falar português. Dizem que é comum na entrada de algumas reservas encontrarem- se hasteadas bandeiras americanas ou inglesas. É comum se encontrar por aqui americano tipo *nerd* com cara de quem não quer nada, que veio caçar borboleta e joaninha e catalogá-las, mas no final das contas, pasme, se você quiser montar uma empresa para exportar plantas e frutas típicas como cupuaçu, açaí, camu-camu etc., medicinais ou componentes naturais para fabricação de remédios, pode se preparar para pagar '*royalties*' para empresas japonesas e americanas que já patentearam a maioria dos produtos típicos da Amazônia...

Por três vezes repeti a seguinte frase após ouvir tais relatos: Os americanos vão acabar tomando a Amazônia. E em todas elas ouvi a
mesma resposta em palavras diferentes.. Vou reproduzir a resposta de
uma senhora simples que vendia suco e água na rodovia próximo de
Mucajaí:

Irão não minha filha, tu não sabe, mas tudo aqui já é deles, eles
comandam tudo, você não entra em lugar nenhum porque eles não deixam.
Quando acabar essa guerra aí eles virão pra cá, e vão fazer o que fizeram no Iraque quando determinaram uma faixa para os curdos onde
iraquiano não entra, aqui vai ser a mesma coisa!!!

A dona é bem informada não? O pior é que segundo a ONU o conceito de nação é um conceito de soberania e as áreas demarcadas têm o nome de nação indígena. O que pode levar os americanos a alegarem que estarão libertando os povos indígenas. Fiquei sabendo que os americanos já estão construindo uma grande base militar na Colômbia, bem próximo da fronteira com o Brasil numa parceria com o governo colombiano com o pseudo objetivo de combater o narcotráfico. Por falar em narcotráfico, aqui é rota de distribuição, pois essa mãe chamada Brasil mantém suas fronteiras abertas e aqui tem estrada para as Guianas e Venezuela.

Nenhuma bagagem de estrangeiro é fiscalizada, principalmente se for
americano, europeu ou japonês, (isso pode causar um incidente
diplomático). Dizem que tem muito colombiano traficante virando venezuelano, pois na Venezuela é muito fácil comprar a cidadania venezuelana por cerca de 200 dólares.

Pergunto inocentemente às pessoas: porque os americanos querem tanto proteger os índios ? A resposta é absolutamente a mesma, porque as terras indígenas além das riquezas animal e vegetal, da abundância de água, são extremamente ricas em ouro - encontram-se pepitas que chegam a ser pesadas em quilos), diamante, outras pedras preciosas, minério e nas reservas norte de Roraima e Amazonas, ricas em PETRÓLEO.

Parece que as pessoas contam essas coisas como que num grito de
socorro a alguém que é do sul, como se eu pudesse dizer isso ao
presidente ou a alguma autoridade do sul que vá fazer alguma coisa.

É, pessoal... saio daqui com a quase certeza de que em breve o Brasil irá diminuir de tamanho.
Será que podemos fazer alguma coisa???
Acho que sim.

Repasse esse e-mail para que um maior número de brasileiros fique
sabendo desses absurdos.

Mara Silvia Alexandre Costa
Depto de Biologia Cel. Mol. Bioag.Patog. FMRP - USP

Opinião pessoal:

Gostaria que você que recebeu este e-mail, o repasse para o maior número possível de pessoas. Do meu ponto de vista seria interessante que o país inteiro ficasse sabendo desta situação através dos
telejornais antes que isso venha a acontecer.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Umazinha prá vcs...curtirem...!!!!

Uma vez que não podemos driblar o que o tempo nos reserva,vamos rir dessas situações aí apresentadas,não é mesmo?(tomara que eu chegue lá!)rsrsrsrsrs...
As vantagens adquiridas quando se chega a uma certa idade:


1.Os sequestradores não se interessam mais por você.

2.De um grupo de reféns, provavelmente será um dos primeiros a ser libertado.

3.As pessoas lhe telefonam às nove da manhã e perguntam: 'te acordei?'

4.Ninguém mais o considera hipocondríaco.

5.As coisas que você comprar agora não chegarão a ficar velhas.

6.Você pode, numa boa, jantar às seis da tarde.

7.Você pode viver sem sexo, mas não sem os óculos.

8.Você curte ouvir histórias das cirurgias dos outros.

9.Você discute apaixonadamente sobre planos de aposentadoria.

10.Você dá umafesta e os vizinhos nem percebem.

11.Você deixa de pensar nos limites de velocidade como um desafio.

12.Você pára de tentar manter a barriga encolhida, não importa quem entre na sala.

13.Você cantarola junto com a música do elevador.

14.A sua visão não vai piorar muito mais.

15.O seui nvestimento em planos de saúde finalmente começa a valer a pena.

16.As suas articulações passam a ser mais confiáveis do que serviço de meteorologia.

17.Seus segredos passam a estar bem guardados com seus amigos,porque eles os esquecem. (essa foi boa)

18.'Uma noite e tanto', significa que você não teve que se levantar para fazer xixi.

19.Sua mulher diz 'vamos subir e fazer amor', e você responde: 'escolha uma coisa ou outra, não vou conseguir fazer as duas!'.

20.As rugas somem do seu rosto quando você está sem sutiã.

21.Você não quer nem saber onde sua mulher vai, contanto que não tenha que ir junto.

22.Vocà ª é avisado para ir devagar pelo médico e não pelo policial!!! (essa é ótima)

23.'Funcionou ', significa que você hoje não precisa ingerir fibras.

24.'Que sorte!', significa que você encontrou seu carro no estacionamento.

25.Você não consegue se lembrar quem foi que lhe mandou esta lista.



PROPOSITADAMENTE, ESTE e-mail ESTÁ EM LETRAS BEM GRANDES.!!!!

Mande para seus amigos e faça com que eles deem muitas risadas!!!!

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Renúncia evidencia clima de 'guerra civil' no Vaticano

Renúncia evidencia clima de 'guerra civil' no Vaticano
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CLÓVIS ROSSI
ENVIADO ESPECIAL A ROMA

Sucessão PapalO dia seguinte ao anúncio da renúncia de Bento 16 evidenciou ainda mais o ambiente de guerra civil no Vaticano que boa parte dos especialistas aponta como a razão de fundo para a sua decisão, muito mais que o peso da idade.
O melhor resumo está no editorial de capa do sóbrio "Corriere della Sera", assinado por ninguém menos que seu diretor, Ferruccio de Bortoli. Diz que o ato do papa "foi certamente encorajado pela insensibilidade de uma cúria que, em vez de confortá-lo e apoiá-lo, apareceu, por diversos de seus expoentes, mais empenhada em jogos de poder e lutas fratricidas".
Reforça Massimo Franco, do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos de Londres, autor do premiado "Era uma Vez um Vaticano": a renúncia do papa seria, para ele, "o sintoma extremo, final, irrevogável, da crise de um sistema de governo e de uma forma de papado".
Bento 16 é apontado como um dos culpados por essa crise de sistema de governo até por quem, como o vaticanista Luigi Accattoli, elogia aspectos de seu papado: "Bento 16 iniciou uma grande obra de limpeza em matéria de escândalos sexuais e de finanças vaticanas, mas não conseguiu restabelecer a boa ordem na Cúria" (o órgão administrativo da Santa Sé, que coordena e organiza o funcionamento da Igreja Católica).
A pergunta seguinte inescapável é esta: a renúncia será suficiente para pôr fim ao que Bortoli chamou de "lutas fratricidas" ou, ao contrário, servirá para acentuá-las de forma que o lado vencedor imponha seu preferido para ocupar o trono de Pedro?
Paolo Griseri se atreve a responder, em texto para "La Repubblica", escolhendo a segunda hipótese: "O que esteve dividido durante o pontificado de Bento 16 permanecerá dividido no conclave e nos dias que o precederão".
O mais paradoxal na guerra civil no Vaticano é que ela não se dá mais entre os chamados "progressistas" e os "conservadores".
Estes venceram e reduziram o outro lado à impotência e/ou ao silêncio, para o que Joseph Ratzinger foi essencial, em seu longo período à frente da Congregação para a Doutrina da Fé, antiga Inquisição.
Os contornos do novo conflito são mais embaçados, até porque a Igreja Católica está impregnada de uma cultura do segredo. Mas parece tratar-se de uma disputa entre o velho e o novo.
Um pouco nessa linha seguiu Juan Arias, o correspondente de "El País" no Brasil e que, em seu longo período no Vaticano, tornou-se um dos mais respeitados analistas da igreja no mundo.
Arias minimiza a importância da discussão sobre se seria melhor "um papa latino-americano, africano, asiático ou de novo europeu e, mais concretamente, italiano".
Para ele, "importante é que o sucessor de Bento 16 seja capaz de entender que o mundo está mudando rapidamente e que de nada servirá à igreja continuar levantando muros para impedir que lhe cheguem os gritos de mudança que provêm de boa parte da própria cristandade".
É curioso que Arias, um leigo progressista, coincida com o próprio papa, notório conservador, que, no texto em que anunciou a renúncia, atribuiu-a à falta de forças para "o mundo de hoje, sujeito a mudanças rápidas e agitado por questões de grande relevância para a vida da fé".
É razoável supor que o papa estivesse se referindo a temas como a necessária limpeza dos pecados que a igreja acobertou (os padres pedófilos), o casamento entre pessoas do mesmo sexo, o celibato dos padres, o papel da mulher na vida da igreja.
Resta saber se um colégio cardinalício feito à imagem e semelhança de Ratzinger tem, entre seus membros, número suficiente de purpurados abertos ao mundo capazes de conduzir um dos seus ao trono de Pedro.
Fonte. Uol

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Saiba como a mastigação correta pode te ajudar a emagrecer

Saiba como a mastigação correta pode te ajudar a emagrecer

           


mastigarok


Que tal um incentivo para mastigar as 30 vezes por garfada que muitos médicos recomendam? Essa atitude simples e cotidiana também ajuda no processo de emagrecimento.
O truque é enganar o seu cérebro. “Mastigar bem não diminui a quantidade de calorias, seu efeito é digestivo e psicológico” explica a nutricionista Mitsue Isosaki, diretora do Serviço de Nutrição e Dietética do Incor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP). Funciona assim: o estômago demora cerca de 20 minutos para dar ao cérebro sinais de saciedade. Dessa maneira, quem come muito rápido continua com fome, diferentemente de quem mastigou por mais tempo. Sem falar que a mastigação correta facilita o processo digestivo, evitando o mal-estar no estômago e também problemas no intestino.
Fonte:Uol